Autenticação social
Login com Facebook, Google e e-mail — onboarding simples e seguro para que o jogador entre no app sem fricção.
Aplicativo nativo para Braza Soccer Culture — uma marca de cultura do futebol que reúne locação de quadras, bistro no clube e perfil do jogador em um só app, publicado nas duas lojas.
A Braza Soccer Culture é uma marca que une futebol, comunidade e cultura — com quadras, bistro e experiências para quem vive o esporte de perto.
Para sustentar essa operação em um único produto digital, projetamos e construímos um app nativo que entrega onboarding social, reserva de quadras e pedidos no bistro em uma experiência coesa.
O resultado é um aplicativo publicado nas duas lojas, com fluxo direto da descoberta à transação — usado tanto pelo jogador casual quanto pelo frequentador habitual.
Login com Facebook, Google e e-mail — onboarding simples e seguro para que o jogador entre no app sem fricção.
Agendamento de quadras com seleção de data, confirmação e fluxo de pagamento integrado — pensado para uso rápido entre partidas.
Cardápio com fotos, descrição e preço, pedido diretamente no celular — a operação do bistro dentro do mesmo aplicativo.
O desafio do projeto não era construir três fluxos isolados — era integrá-los em uma experiência única em que reserva, consumo e identidade do jogador se conectam. Onboarding precisava ser ágil para não perder o usuário no primeiro contato. Reservas precisavam responder em tempo real ao calendário das quadras, com regras específicas de duração, formato e quantidade de jogadores. Pedidos no bistro precisavam funcionar dentro do clube, em rede instável, sem perder pedido nem cobrar duas vezes.
Em paralelo, o aplicativo precisava ser publicado nas duas lojas — App Store e Play Store — com todo o ciclo de revisão, signing, capturas de tela e atendimento a recusas. Esse processo costuma ser subestimado em projetos mobile: um app que passa pela revisão na primeira tentativa é exceção, não regra.
O objetivo do produto era unir jogador casual (que descobre o clube pelo Instagram e quer reservar uma quadra rápido) e frequentador habitual (que conhece os fluxos e quer eficiência) na mesma jornada — sem que um atrapalhe o outro.
A primeira decisão foi React Native em vez de nativo puro. Em projeto com fluxos compartilhados entre iOS e Android — reservas, pagamento, cardápio — manter duas bases de código separadas teria dobrado custo sem ganho proporcional. Componentes específicos que exigiam nativo (autenticação biométrica, integrações com push avançadas) foram resolvidos com módulos nativos pontuais.
A segunda foi autenticação social como porta de entrada. Login com Facebook, Google e e-mail reduz o atrito do onboarding — especialmente para o jogador casual que ainda não decidiu se vai usar o app de novo. A conversão de download para primeira reserva subiu significativamente com essa abordagem versus formulário tradicional.
A terceira foi cardápio como produto digital, não como PDF estático. Fotos de qualidade, descrição que vende, preço atualizado em tempo real, opções de personalização, integração com a operação do bistro — o cardápio dentro do app concorre com o cardápio impresso da mesa, e tem que ganhar.
Para reservas, o ponto crítico foi a regra de negócio do calendário: quadras têm horários distintos, duração variável, regras de fim de semana, antecedência mínima e máxima, possibilidade de cancelamento. Tudo isso virou domain model bem estruturado, não condicional espalhado pelo código.
Três aprendizados marcaram o projeto. O primeiro: o ciclo de publicação das lojas merece tempo no cronograma. Apple e Google têm regras estritas que mudam ao longo do tempo, e descobrir um problema só no momento do submission costuma custar semanas. Validar privacidade, permissões e billing desde o primeiro commit evita retrabalho doloroso.
O segundo: UX mobile é fundamentalmente diferente de UX web. Não basta encolher telas — ergonomia de polegar, gestos, hierarquia visual em tela pequena e tempo de resposta sob rede móvel são preocupações próprias. Cada uma delas exige decisões diferentes das do desktop.
O terceiro: integração de operação física com digital é o ponto mais sensível. O bistro precisa receber o pedido e confirmar que está sendo preparado. A quadra precisa saber que está reservada. Quando o app fala e o mundo físico não responde, o usuário perde confiança. A engenharia em volta dessa ponte vale tanto quanto a engenharia do app em si.
Aprendizados que hoje informam o serviço de aplicativos mobile da xprog.
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